A surpresa de Hellas | Hellas surprise | La sorpresa de Hellas

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Estamos na Grécia (Hellas) há três semanas. É um país que nos surpreendeu desde que saímos do barco que nos trouxe de Brindisi em Itália a Igoumenitsa, já na Grécia. Eram só 200 km para chegar à próxima quinta desta estrada verde mas demorámos dois dias.

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Não porque fosse um caminho difícil mas porque era impossível não parar para respirar ares gregos. Já devíamos estar habituados a ruínas mas não se consegue passar por ruínas com 2000 anos iluminadas com o sol das 7 da manhã e não parar para ver. E é completamente impossível seguir caminho à uma da tarde com 30 e tal graus de temperatura, ao lado de água azul cristalina do Mediterrâneo sem saltar pela janela para mergulhar. Não foi pela janela mas quase.

Quando nos aproximávamos do destino, começámos a subir. As primeiras subidas interessantes desta viagem para a Amarela. Portou-se muito bem, tendo em conta que subimos quase 20 km entre curvas e contracurvas, vistas estonteantes, estradas apertadas, árvores baixas (a Amarela é uma alta senhora…). Ah, e também íamos com os depósitos de óleo cheios… Não aqueceu, não gaguejou, foi subindo “piano piano” e lá chegámos finalmente.

Este é um daqueles sítios paradisíacos que parecem mentira, sentimos logo à chegada que ia ser maravilhoso. No meio das montanhas, rodeado de vários tons de verde, o cheiro a bosque e a plantas aromáticas, a companhia dos animais da quinta, o som dos “avlaki” (uns pequenos canais de água que atravessam as aldeias com um sistema de comportas para abastecer cada casa). Oreo!! Um dia quando tivermos a nossa quinta, queremos que seja algo assim.

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Há três dias éramos seis pessoas, os nossos anfitriões Flery e Christos, o Cal (outro voluntário aqui centro que está a viajar há dois anos e é um excelente guitarrista), nós os dois e às vezes a Electra, um relâmpago de pessoa que saltita entre o trabalho em Atenas e o trabalho aqui. Mas agora está a decorrer no centro um curso de design de permacultura e somos cerca de 25 pessoas. Este curso é uma oportunidade incrível e inesperada que nos faz sentir confiantes com o que  procuramos e com a decisão que nos trouxe até aqui. Podemos assistir ao curso entre os trabalhos que há para fazer pela quinta. OLYMPUS DIGITAL CAMERAQueríamos aprender sobre permacultura e temos dado os primeiros passos com o trabalho aqui na quinta antes do curso e agora também podemos acrescentar uma parte teórica à nossa experiência, com aulas e debates diários. Nos próximos 10 dias iremos partilhar as mesmas preocupações e possíveis soluções para um futuro mais sustentável. “O problema é a solução” e um futuro sustentável, é o que todos aqui procuramos.

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Para nós também é a razão da existência do nosso projecto e partilharemos aqui algumas das coisas que aprendermos nestes próximos dias.

Vejam as fotografias na galeria.

Joaninha com cor

We’ve been in Greece (Hellas) for three weeks. It’s a country that surprised us since we got out of the boat that brought us from Brindisi, Italy, to Igoumenitsa in Greece. It was only 200 km more to reach the following farm on this green brick road of ours but it took us two days to get there. Not because it was difficult to get there but because it was impossible not to stop to breath some greek air. We should have been used to ruins by now but you can’t just drive pass by 2000 year old ruins shimmering with the 7am sunlight and not stop. And its completely impossible to keep to the road at 1pm with more than 30ºc outside, when you’re driving next to the crystal blue water of the mediterranean, without jumping out of the window into the water. We didn’t jump out of the window but we were close.

As we were getting nearer our destination we started going up. The first interesting hills for Amarela of this journey. She did very well, considering we went up about 20 km amongst amazingly tight curves, stunning views, narrow roads, low trees (remember Amarela is a tall lady…) Oh, and we have our oil tanks full… She didn’t heat up, didn’t stutter, she just went up and up, slowly and surely and finally we arrived.

This is one of those paradisiac places that don’t seem real and we knew instantly that this place would be unforgettable. In the middle of the mountains, surrounded by different shades of green, the smell of aromatic plants, the company of the farm animals, the sound of the “avlaki” (small canals of water that pass through the villages and supply every house with small little flow control gates). Oreo! Someday, when we have our own farm, we’d like it to be something like this.

Three days ago it was just the 6 of us, our hosts Flery and Christos, Cal (another volunteer here who has been traveling for two years and is an amazing guitar player), us two and, sometimes, Electra, a lightning of a person that jumps around between work in Athens and work here. But now the eco-culture centre is hosting a permaculture design course and we’re now around 25 people. This course was an unexpected and fantastic opportunity, it makes us feel confident with what we’re looking for and with the decision that brought us here. We’re able to attend the course in between the work that needs to be done around the farm. We really wanted to learn about permaculture and we were having our first contact with the work around the farm before the course. So now we can add a theoretical part to our experience, with daily classes and debates for 10 days, where we’ll all share our concerns and possible solutions for a more sustainable future. ” The problem is the solution” and a sustainable future is what we’re all looking for here. And for us, it is also the reason for the existence of our project so we’ll share with you some of the things we’ll learn the next few days.

See some photos at the gallery!

Joaninha com cor

Estamos en Grecia (Hellas) hace tres semanas. Es un país que nos sorprendió desde el momento que bajamos del barco que nos trajo de Brindisi en Italia hasta Igoumenitsa, en Grecia. Eran solo 200 km hasta da quinta siguiente en nuestra ruta de ladrillos verdes pero nos llevó dos días en llegar. No porque el camino era difícil pero porque era imposible no parar para respirar aires griegos. Ya tendríamos que estar acostumbrados a ruinas pero no se puede pasar por ruinas con 2000 años de edad, iluminadas por la luz de las 7h de la mañana, y no parar para verlas. Y es totalmente imposible mantenerse en la ruta a la una de la tarde con más de 30º afuera, bordeado la costa del mediterráneo con su agua azul cristalina, y no saltar por la ventana hacia el agua. No saltamos por la ventana pero casi. 

Mientras nos acercábamos a nuestro destino, empezamos a subir.Las primeras subidas interessantes de este viaje para la Amarela. Se portó muy bien, considerando que subimos casi 20km entre muchas curvas apretadas, vistas magnificas, rutas estrechas, árboles bajas (la Amarela es una señora alta…) Ah y íbamos com los tanques de aceite llenos… No calentó, no hesitó, fue subiendo de espacito “piano piano” y, al fin, llegamos.

Este es uno de esos lugares paradisiacos que parecen mentira y supimos instantáneamente que este lugar iba a ser maravilloso. En el medio de las montañas, rodeados de varios tonos de verde, el olor a bosque y las plantas aromáticas, la compañía de los animales de la quinta, el sonido de los “avlaki” (pequeños canales de agua dulce que pasan por las aldeas e que abastecen las casas de aguda, a través de un sistema de pequeñas compuertas de esclusa). Oreo! Cuándo tengamos nuestra quinta, queremos que sea algo así. 

Hace tres días éramos solo 6 personas, nuestros anfitriones Flery y Christos, Cal (otro voluntario en el centro que esta viajando hace dos años y que es un guitarrista espectacular), nosotros dos y, a veces, Electra, un relámpago de persona que salta entre el trabajo en Atenas y el trabajo aquí. Pero ahora hay un curso de design de permacultura transcurriendo en el centro y somos más o menos 25 personas. Este curso fue una oportunidad inesperada y fantástica, nos hace sentir seguros de lo que buscamos y con la decisión que nos trajo aquí. Podemos asistir al curso entre los trabajos de la quinta. Queríamos mucho aprender sobre permacultura y tuvimos nuestro primero contacto con lo que hemos hecho por la quinta antes del curso. Así que ahora podemos agregar una parte teórica a nuestra experiencia, con aulas y debates diarios durante los 10 días siguientes, donde compartiremos nuestras preocupaciones e posibles soluciones para un futuro más sustentable. “El problema es la solución” y un futuro sustentable es lo que todos aquí estamos buscando. Y para nosotros, también es la razón de la existencia de este proyecto así que iremos compartir con ustedes algunas cosas que aprenderemos en estos días. 

Vean algunas fotos en la galeria!

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Categories: On the road | 1 Comment

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One thought on “A surpresa de Hellas | Hellas surprise | La sorpresa de Hellas

  1. Loved the sharing! How inspiring! 🙂

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